O futuro do trabalho será híbrido?

Entenda quais serão os próximos passos do mercado nesse novo estilo de jornada de trabalho

Com todas as mudanças vividas pelos profissionais no mercado de trabalho durante o período de pandemia, agora começa a dúvida: com o aumento da população imunizada e com a vida caminhando lentamente para voltar ao normal, como fica a modalidade de trabalho nesse cenário pós-pandemia? 

Nesse caso, as opiniões são bastante divergentes. Em setores com maior flexibilidade para trabalhar diretamente de casa, como áreas administrativas, comunicação e recursos humanos, em contrapartida funções que exigem maquinários ou viagens constantes não possuem essa opção. 

Sendo assim, é comum notar que boa parte dos gestores discordam no momento de decidir qual será a forma de trabalhar nesse novo momento. Porém, uma opção vem se destacando significativamente em relação às outras: trata-se do modelo de trabalho híbrido.

Essa modalidade traz o melhor dos dois mundos, se podemos assim dizer. Nela, o profissional e a empresa estipulam quais dias da semana serão trabalhados presencialmente e quais dias o trabalho poderá ser realizado em casa. Não existe uma regra propriamente dita, tudo é uma questão de negociação entre o colaborador e a organização. Mas o objetivo é o mesmo: conseguir conciliar trabalho e qualidade de vida para todos.

Por que o modelo 100% presencial não deve voltar?

Apesar de uma parcela de empresas destacar o interesse em voltar ao trabalho 100% presencial, muitos profissionais já não aceitam mais esse requisito. Em matéria publicada pela BBC, a recusa dos colaboradores pela volta aos escritórios tem como embasamento o fato de se mostrarem produtivos trabalhando de casa e, sendo assim, não há um motivo concreto para que as empresas queiram estabelecer esse retorno ao trabalho presencial durante todos os dias da semana. 

Além disso, os profissionais também defendem a economia de tempo e dinheiro evitando o deslocamento diário até o trabalho e a facilidade em conseguir conciliar o trabalho, a família e os momentos de lazer.

Mais qualidade de vida

A possibilidade do trabalho remoto trouxe mudanças significativas na vida pessoal de determinada parcela dos profissionais. Isso porque muitos optaram por mudar de cidade, estado ou até mesmo de país, em busca de uma rotina mais tranquila. Sendo assim, processos seletivos que solicitam a presença do profissional acabam sendo descartados por essas pessoas que optaram pela vida de nômades digitais.

Com essa escolha, boa parte das empresas notaram a necessidade de se adaptar para conseguir manter esses profissionais qualificados em seu quadro de colaboradores. As entrevistas são realizadas de forma totalmente online, as reuniões são feitas de maneira remota e a rotina, na verdade, não existe. Com o computador em mãos, é possível trabalhar em qualquer canto do mundo. E muitos que sentiram esse gostinho de liberdade não querem mais saber de trabalhar dentro de um escritório.

A economia por parte das empresas

De acordo com informações divulgadas pelo IBGE, em seu estudo na Pnad Covid, atualmente, há cerca de 7,9 milhões de brasileiros trabalhando de maneira remota. Isso significa que as empresas também podem sair em vantagem optando pelo trabalho híbrido, economizando ao abrir mão de enormes salas comerciais, reduzindo drasticamente seus gastos com aluguel, condomínio, água, luz, entre outros. 

Uma alternativa bastante utilizada pelas empresas que desejam enxugar despesas, mas que ainda querem contar com um espaço físico para realizar reuniões, receber clientes ou até mesmo ter seus funcionários presentes em determinados dias da semana, são os aluguéis de espaços de coworking. Uma solução econômica, já que gastos como luz, internet, água, café e limpeza já estão embutidos na locação do espaço.  

Grandes empresas como Facebook, Ambev e IFood já partiram para os escritórios compartilhados, mostrando que essa é uma tendência que só tem a crescer. Para se ter uma ideia, em pleno ano de pandemia, o WeWork abriu mais 4 unidades em São Paulo para atender a crescente demanda por seus espaços, conforme informado pela CNN Brasil

Mas afinal, o trabalho híbrido é bom?

Se pensarmos de maneira mais ampla, focando em áreas administrativas, a modalidade híbrida é, sim, benéfica para diversos setores. Isso porque, conforme mencionamos anteriormente, gera economia de despesas para a empresa. Para o colaborador, significa economia de tempo, praticidade e a possibilidade de conciliar trabalho com momentos em família e uma agenda mais flexível para momentos de lazer. 

Para a sociedade como um todo, podemos dizer que auxilia na redução de poluentes, já que consequentemente teremos um número reduzido de pessoas utilizando carros, motos e outros meios de transporte nas ruas. Até mesmo a alimentação, que por muitas vezes dentro de escritórios são feitas refeições rápidas e comumente gordurosas, podem ser substituídas por uma alimentação mais leve e natural, quando feita em casa.

Cabe às empresas, em conjunto com seus colaboradores, buscar o equilíbrio para estabelecer o modelo de trabalho que seja mais favorável para o bem-estar de todos, mas é claro, sem esquecer de buscar um bom desenvolvimento para as companhias. 

Aqui na Hprojekt, somos adeptos do modelo híbrido, com nossos colaboradores frequentando o escritório de 2 a 3 vezes por semana. Acreditamos que a flexibilidade no trabalho e a confiança em nossos parceiros são os ingredientes perfeitos para manter uma equipe saudável, unida e proativa. 

E você? Qual é a sua modalidade de trabalho favorita? Conte pra gente nos comentários, queremos saber a sua opinião 😉

 

 

 

 

 

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