A importância da comunicação não-violenta

A importância da comunicação não-violenta

Uma conversa franca sobre o que é preciso mudar no mundo corporativo

 

Desde os primórdios, a comunicação é uma grande ferramenta para nos expressarmos. É através dela que demonstramos nossa felicidade, tristeza, angústias, entre outros sentimentos. A comunicação não se aplica somente à fala: ela também está presente no olhar, nas expressões faciais e até mesmo em nossas mãos, quando gesticulamos ao tentar tornar nosso discurso mais claro. 

Levando em conta diversos aspectos, como cultura, educação e até mesmo regionalização, é comum que dentro de um ambiente de trabalho diverso, ocorram certos ruídos de comunicação. Isso porque a maneira de se portar, a linguagem e alguns termos utilizados podem machucar, magoar ou até mesmo ofender outro colaborador. 

Por que isso ocorre?

Vivemos um período de uma verdadeira revolução comunicativa. O acesso à informação está cada vez mais facilitado, onde falas ofensivas não têm vez, já que a falta de conhecimento não deve mais ser uma desculpa, principalmente em grandes centros urbanos conectados com diversas tecnologias 24 horas.

Porém, no ambiente corporativo, a situação é ainda mais delicada. No período delicado em que vivemos, onde boa parte da população trabalha em regime home office, o sentimento de pressão por parte do alto escalão das empresas vêm desencadeando problemas como ansiedade, depressão e síndrome de burnout

A saúde mental também deve ser discutida no trabalho

Precisamos colocar em pauta que a grande razão para uma empresa ser bem-sucedida são as pessoas que ali trabalham, e não as máquinas computadorizadas. Sendo assim, devemos lembrar que todos estão sujeitos a exaustão, doenças, problemas pessoais, entre outros desafios que podem interferir no rendimento do colaborador e que são totalmente compreensíveis. 

Jornada de trabalho com carga horária excessiva, chefes com dificuldade de comunicação, metas intangíveis e críticas no lugar de apoio e/ou incentivo são apenas algumas das causas mais relatadas na exaustão mental dos colaboradores. Esse tipo de problema pode ser resolvido de maneira relativamente simples por parte das empresas: aprendendo a utilizar a comunicação não-violenta.

O que é a comunicação não-violenta? 

Comunicação não-violenta, ou CNV, é um método criado pelo psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg na década de 60. Atuando como orientador educacional, seu objetivo era eliminar de vez a segregação. Sua tese fez tanto sucesso que Rosenberg escreveu um livro homônimo para falar um pouco mais a respeito.

Em seu livro, Rosenberg explica que a comunicação não-violenta serve para compreender habilidades como falar e ouvir, fazendo com que as pessoas permitam uma maior conexão com si mesmas e também com os outros, aumentando assim o sentimento de compaixão presente dentro de nós. 

O método CNV está baseado em técnicas de linguagem e comunicação que façam com que as nossas respostas deixem de ser um processo repetitivo e automático, dando lugar a respostas mais conscientes e que respeitem a situação vivida naquele momento. Isso faz com que as interações ocorram com muito mais empatia, respeito e atenção entre todos. 

Como podemos aplicá-la no nosso dia a dia?

É bastante comum que em um dia estressante, uma simples pergunta de um colega de trabalho (que pode não ter absolutamente nada a ver com o seu estresse) seja o suficiente para uma resposta grossa e hostil. 

Mas por que temos esse tipo de comportamento? Por que não podemos simplesmente respirar fundo, nos acalmarmos e evitar esse tipo de conflito? Trata-se de parar de pensar no que queremos fazer e sim pensar em como estamos agindo. Precisamos parar de discutir os comportamentos e abrir os olhos para as necessidades das pessoas ao nosso redor.

O intuito da comunicação não-violenta é fazer com que possamos nos colocar no lugar do outro e entender a razão por trás de cada comportamento. Nossas necessidades são as verdadeiras responsáveis pelas nossas conexões. 

E por que não começar a estabelecer diálogos mais empáticos e autênticos? Acabar com certos vícios como aumentar o tom de voz, falar palavrões e substituí-los por falas que abordam sentimentos e experiências podem mudar totalmente a atmosfera do ambiente de trabalho como um passe de mágica.

Mostre-se aberto para o diálogo

Ser uma pessoa disposta a ouvir e aberta para novos diálogos, ao contrário do que muitos imaginam, não faz de você um profissional ingênuo, muito menos passivo. A pessoa que busca entender o sentimento e a dor do outro, visando sempre melhorar a convivência em grupo mostra empatia, criando novas chances de aprendizado e aproximação, melhorando relacionamentos e conexões.

Um ambiente de trabalho focado em estabelecer comunicações não-violentas tende a ser um local mais agradável de se trabalhar, com muito mais respeito, responsabilidade e excelentes progressos que refletem em uma evolução para toda a equipe. Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, é preciso fazer com que a empresa seja um espaço em que os profissionais queiram permanecer e crescer junto com o time. E esse tipo de vínculo sentimental com a empresa se conquista com respeito acima de tudo.

E você, já conhecia o método de comunicação não-violenta? Já o aderiu ao seu local de trabalho? 

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